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Blog da EITA

25 de Novembro de 2013, 11:44 , por Alan Freihof Tygel - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.

Está no ar a plataforma #ChegaDeAgrotóxicos

18 de Outubro de 2017, 11:11, por Rosana Kirsch - 0sem comentários ainda

Organizações da área da saúde, meio ambiente, produção agrícola sustentável e direitos sociais lançaram no dia 16 de março de 2017 a petição online chamada #ChegaDeAgrotóxicos. O objetivo é mobilizar a sociedade pela aprovação da Política Nacional de Redução de Agrotóxicos (PNaRA) e pressionar o congresso para impedir a aprovação do  Projeto de Lei (PL) 6299/2002, conhecido como “Pacote do Veneno”. 

A plataforma apresenta sete motivos para assinar a petição, entre os quais, a causa de diversos problemas de saúde. A exposição a longo prazo pode causar doenças crônicas como o câncer. Os agrotóxicos matam a vida do solo e provocam a ‘espiral química’, isto é, quanto mais  se usa, mais é necessário usar.

O PNaRA é um projeto de iniciativa popular, criada por entidades e movimentos da sociedade civil, entre elas, o Fórum Brasileiro de Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (FBSSAN), a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), a Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e pela Vida, a Articulação Nacional de Agroecologia (ANA), o Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) e o Greenpeace. O texto foi elaborado a partir do  Programa Nacional de Redução de Agrotóxicos (Pronara), apresentado em 2014, mas que não chegou a ser lançado.

São necessárias cerca de 700 mil assinaturas para que o projeto se torne lei.  Para participar, basta incluir nome, e-mail, cidade e Estado. Até o momento já foram recolhidas 10.962 assinaturas. A PNaRA foi acolhida por unanimidade no final de 2016 pela Câmara dos Deputados e se tornou o Projeto de Lei 6670/2016, que será analisado por uma Comissão Especial da casa legislativa.

Na contramão do que quer a sociedade brasileira, tramita na Câmara o Projeto de Lei 6299/2002, de autoria do ex-senador e atual ministro Blairo Maggi (PP/MT). A proposta de Maggi traz inúmeros retrocessos e coloca em risco de desmonte a atual legislação de agrotóxicos, facilitando ainda mais a liberação e o uso dessas substâncias para um dos maiores consumidores de pesticidas do mundo, o Brasil. A PNaRA surge como um contraponto ao PL do ministro, trazendo para o debate a questão da redução dos agrotóxicos no país. Segundo pesquisa IBOPE encomendada pelo Greenpeace, 81% dos entrevistados consideram que a quantidade de agrotóxicos aplicados nas lavouras é “alta” ou “muito alta”.

A Campanha Comida é Patrimônio, lançada pelo FBSSAN, está alinhada com a petição online #ChegaDeAgrotóxicos, pois esta é uma das maneiras de a população ocupar a cultura alimentar, comunicando ao Congresso que veneno não deve fazer parte da alimentação dos brasileiros.

Assine a petição e #OcupeACulturaAlimentar com políticas que garantam a produção e consumo de comida de verdade.

Texto: Juliana Dias

Link para matéria: https://fbssan.org.br/2017/03/1335/



#ChegaDeAgrotóxicos

18 de Outubro de 2017, 11:05, por Rosana Kirsch - 0sem comentários ainda

Por: Daniel Gaio - Secretário Nacional de Meio Ambiente da CUT

São muitas as batalhas que o movimento sindical e a classe trabalhadora estão enfrentando no atual momento de retrocessos impostos pelo governo golpista de Golpista, com apoio de um Congresso conservador. As reformas, terceirização, privatizações e o corte de diversas políticas públicas põem em risco o futuro do país e das próximas gerações.

É um momento de resistência e mobilização, mas também de debate sobre questões estratégicas para o país. Uma discussão chave a ser feita é sobre o modelo de produção de alimentos e denunciar seus impactos hoje e nas futuras gerações de trabalhadoras e trabalhadores do campo e da cidade.

Um Estado que se desmonta e desorganiza produz reflexos imediatos no setor rural e não só prejudica os trabalhadores do campo, mas toda a classe trabalhadora que se alimenta do que é produzido pela agricultura familiar. Dados do IBGE demonstram que 70% dos alimentos consumidos pela população vêm de pequenos agricultores, porém os cortes orçamentários feitos pelo governo estão ameaçando a política de crédito agrícola, aniquilando a política de assistência técnica e tornando irrisório o fomento à comercialização, através de programas como o PAA (Política de Aquisição de Alimentos).

Essa semana as organizações do campo com apoio de entidades da cidade estão em mobilizações contra a reforma da previdência e em defesa da agricultura familiar, denunciando os cortes de orçamento e buscando a manutenção de importantes políticas públicas.

Frente a esta realidade, mas também pensando em um modelo de produção de alimentos no Brasil de longo prazo, movimentos e organizações do campo e da cidade estão pressionando o Congresso Nacional pela aprovação da Política Nacional de Redução de Agrotóxicos, a PNaRA, cujas discussões estão paradas desde o início deste ano.

Caso aprovado o projeto, o Brasil possuirá uma lei que garantirá a redução de uso de agrotóxicos, protegendo a saúde de trabalhadoras e trabalhadores do campo, que tem contato mais direto com estes produtos, um orçamento dirigido, tanto à produção da agricultura familiar como recursos em pesquisa e tecnologia para avançar em uma produção agroecológica, como também promover a fiscalização e monitoramento em termos dos resíduos destes venenos.

O PNaRA é um projeto que engloba diversos setores da sociedade e que traz uma proposta que busca responder ao modelo promovido pelo agronegócio que não garante o alimento no prato dos brasileiros, coloca o Brasil na vergonhosa liderança mundial no consumo de agrotóxicos, envenena trabalhadores e cuja representação na bancada ruralista tem trazido consequências fatais para nossa sociedade.

Todas e todos podemos pressionar pela aprovação do PNaRA assinando a Plataforma #chegadeagrotóxicos no link chegadeagrotoxicos.org.br.

 



Redução de agrotóxicos pode se tornar realidade!

18 de Outubro de 2017, 10:51, por Rosana Kirsch - 0sem comentários ainda

Está no ar petição pela redução de agrotóxicos na comida, no solo e na água dos brasileiros; a iniciativa tramita em Comissão Especial da Câmara e pode virar lei

 

#ChegaDeAgrotóxicos! Esse é o grito entalado na garganta da maioria dos brasileiros. Não acredita? Segundo pesquisa de opinião popular do IBOPE, 81% dos brasileiros dizem que a quantidade de agrotóxicos aplicada nas lavouras é “alta” ou “muito alta”.

Ninguém quer veneno na comida, ninguém quer a água e o solo contaminados e sem vida por conta dessas substâncias tóxicas. Cientes disso, organizações da área da saúde, meio ambiente, produção agrícola sustentável e direitos sociais lançam uma petição online para mobilizar toda a sociedade pela aprovação da Política Nacional de Redução de Agrotóxicos (PNaRA).

Assine já a petição #ChegaDeAgrotóxicos

Conheça um pouco mais sobre a Política de Redução dos Agrotóxicos

A PNaRA, uma política apresentada pela sociedade civil, foi acolhida no fim do ano passado pela Câmara dos Deputados, onde se tornou o Projeto de Lei 6670/2016. E em fevereiro deste ano, uma Comissão Especial foi criada para analisar essa proposta de iniciativa popular que visa reduzir progressivamente o uso de agrotóxicos no Brasil.

Os caminhos para que a política se torne realidade foram abertos. Precisamos agora do seu apoio! Assine a petição, cobre e pressione os deputados e compartilhe com seus amigos e familiares nas redes sociais, na escola ou no trabalho. Vamos nos juntar pela redução dos agrotóxicos em nosso país!

A disputa não será fácil, mas com o seu apoio podemos ir mais longe...

Na contramão dessa iniciativa, tramita no Congresso o Projeto de Lei 6299/2002, texto de autoria do senador Blairo Maggi (PP/MT), atual ministro da Agricultura. A proposta de Maggi traz inúmeros retrocessos e coloca em risco de desmonte a atual legislação de agrotóxicos, facilitando ainda mais a liberação e uso dessas substâncias para um dos maiores consumidores de pesticidas do mundo, o Brasil.

Aprovada pelo Senado, a matéria já circula na Câmara dos Deputados. Neste caso há também uma Comissão Especial que se debruça sobre a proposta ruralista, e que sugere, entre diversas outras medidas, alterar o nome de “agrotóxicos” para “defensivos fitossanitários” e restringir a ação do Ministério do Meio Ambiente e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).

A PNaRA surge como um contraponto a essa perigosa iniciativa ruralista. Por isso precisamos da sua ajuda para dar visibilidade ao Projeto de Lei 6670/2016 e torná-lo realidade antes que seja tarde. 

Como surgiu a PNaRA?

A Política Nacional de Redução dos Agrotóxicos não surgiu do nada, ela foi baseada no  Programa Nacional de Redução de Agrotóxicos (Pronara), que contou com um amplo e intenso  trabalho de articulação entre sociedade civil e governo. No entanto, desde que finalizado, em 2014, o programa não chegou a ser oficialmente lançado e ficou parado no Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa), onde está engavetado até hoje. Considerando essa situação, uma série de entidades e movimentos da sociedade civil, como a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), a Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e pela Vida, a Articulação Nacional de Agroecologia (ANA), o Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) e o Greenpeace, se juntaram para consolidar a iniciativa e transformá-la na Política Nacional de Redução de Agrotóxicos, apresentada agora como projeto de lei.

Para Marina Lacôrte, da campanha de Agricultura e Alimentação do Greenpeace, a verdadeira soberania alimentar envolve cuidar dos recursos naturais para que seja possível continuar produzindo alimentos em quantidade e qualidade no longo prazo. “O modelo de produção precisa ser revisto urgentemente. A população sabe que isto custa sua saúde, a própria ONU admitiu recentemente que a necessidade dos agrotóxicos para o aumento da produção de alimentos é um mito”, diz Marina Lacôrte. “Alimento sem agrotóxicos é um direito e não pode ser privilégio de poucos. Já passou da hora dos parlamentares assumirem essa responsabilidade e irem de fato a favor dos seus eleitores e da população brasileira por um modelo mais justo”.

Link da matéria: http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/Reducao-de-agrotoxicos-pode-se-tornar-realidade/



Aplicativo mostra as feiras de orgânicos mais próximas

18 de Outubro de 2017, 10:47, por Rosana Kirsch - 0sem comentários ainda

Mapa interativo, que tem cadastradas feiras de todo o país, permite achar o ponto de venda mais perto do cliente

Quem quiser conhecer mais sobre os alimentos orgânicos tem agora a chance na palma da mão. O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumir (Idec) fez melhorias no aplicativo “Mapa de Feiras Orgânicas”, que existe desde 2012 e é voltando para que os consumidores possam ter acesso aos orgânicos por um preço mais acessível.

A novidade agora é que, além dos pontos de venda, o cliente encontra receitas e uma biblioteca com informações detalhadas sobre agroecologia e produção orgânica.

São quase 650 pontos de comercialização de orgânicos e agroecológicos cadastrados em todo o país. O aplicativo, cujo mapa também está disponível no site do Idec, oferece as melhores escolhas, encurtando o caminho entre o agricultor familiar e o consumidor, tornando mais barato na banca e mais lucrativo para o produtor.

Todos os pontos são identificados com a ajuda da geolocalização no site, que é colaborativo. É possível, ainda, traçar rotas para chegar ao local escolhido.

“Quando o Mapa foi criado, havia cerca de 100 feiras cadastradas no Brasil. Cinco anos depois, já são cerca de 500 feiras disponíveis, o que demonstra o crescente interesse da população por produtos orgânicos e a importância de aprimorar a ferramenta”, avalia Mariana Garcia, nutricionista e pesquisadora do Idec.

Mariana destaca que o Mapa de Feiras é uma forma de criar relações mais próximas e saudáveis entre os consumidores e agricultores e estimular a economia local. “Para que as informações se mantenham atualizadas e corretas, é importante que os usuários participem e enviem informações sobre novas feiras, mudança de local ou horário”, acrescenta.

Orgânicos, mas salgados

Segundo o Idec, um levantamento realizado em 2016 em diversos comércios do Brasil constatou que uma cesta de produtos orgânicos é, em média, 50% mais barata nas feiras do que nos supermercados. Em outra pesquisa mais antiga, realizada pelo Idec em 2012, a diferença verificada foi ainda maior: um mesmo produto custava até 430% mais no supermercado do que nas feiras especializadas. “O Mapa de Feiras Orgânicas surgiu dessa necessidade e é por isso que ele continua sendo importante: para mostrar que o consumo de orgânicos pode ser, sim, barato e de fácil acesso”, conclui a nutricionista.

Fonte/Créditos: Gazeta do Povo

Link para matéria: https://portalvidanocampo.com.br/aplicativo-mostra-feiras-de-organicos-mais-proximas/



Mais saúde e sabor: conheça 33 feiras orgânicas do Distrito Federal

18 de Outubro de 2017, 10:44, por Rosana Kirsch - 0sem comentários ainda

Os endereços vão de Planaltina a Taguatinga e podem oferecer uma alternativa mais barata e nutritiva para a alimentação

Por: LAURA QUARIGUAZY

A busca por uma alimentação mais saudável e ecologicamente correta cresce a cada dia. Brasília conta com mercados orgânicos, restaurantes focados em produtos sem agrotóxicos e outras iniciativas “naturebas”. Pioneira nesse setor, as feiras oferecem alimentos produzidos de forma natural e viraram queridinhas da gastronomia. O Metrópoles divulga 33 estabelecimentos do gênero espalhados pelo Distrito Federal.

O Idec criou uma nova versão de seu Mapa de Feiras Orgânicas. Segundo o levantamento, o DF oferece 33 feiras focadas em produtos sem agrotóxicos. A plataforma é colaborativa e montada a partir de sugestões do público. Estão assinalados os locais dos estabelecimentos, horários que funcionam e quais produtos são vendidos.

A nutricionista e pesquisadora do Idec, Mariana Garcia, completa. Para ela, o Mapa de Feiras é uma forma de estimular a economia local. “Com essa nova versão, buscamos aprimorar a experiência dos usuários. E para que as informações se mantenham atualizadas e corretas, é importante que ocorra a participação e a colaboração de todos”, conclui.

Lilian Miranda, nutricionista funcional do restaurante DuoO, revela que os valores dos orgânicos nas feiras são muito mais em conta:

O orgânico não tem preços baratos porque falta incentivo. Grandes produtores não vão fazer orgânicos. Quem se dedica a isso são os pequenos produtores, e eles precisam de mais respaldo do Estado para formalizar a produção. Mas a dica para o consumidor é procurar mais essas feiras, porque quanto mais a gente compra, mais o preço cai, os custos de produção caem também.” Para que muitas feiras, que só ocorrem um dia na semana, sejam realizadas com mais frequência, é necessário haver demanda."
Lilian Miranda, nutricionista

Benefícios
De acordo com Lilian Miranda, os alimentos trazem somente benefícios. “Os alimentos livres de agrotóxicos são bons por vários motivos. Eles são mais nutritivos para o corpo, porque são plantados em solos sem contaminação química, mais ricos e vivos. Além disso, é comprovado que esses vegetais têm mais antioxidantes. Para o corpo de quem consome, é uma maravilha”, argumenta.

Os ganhos com esses alimentos extrapolam a saúde imediata. O planeta também se dá bem. Sem a contaminação química dos agrotóxicos, o ar, a água, a terra e até os animais sofrem menos degradação.

Link da matéria: https://www.metropoles.com/gastronomia/mao-na-massa/confira-roteiro-com-as-33-feiras-organicas-do-distrito-federal