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25 de Novembro de 2013, 11:44 , por Alan Freihof Tygel - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.

Redução de agrotóxicos pode se tornar realidade!

18 de Outubro de 2017, 10:51, por Rosana Kirsch - 0sem comentários ainda

Está no ar petição pela redução de agrotóxicos na comida, no solo e na água dos brasileiros; a iniciativa tramita em Comissão Especial da Câmara e pode virar lei

 

#ChegaDeAgrotóxicos! Esse é o grito entalado na garganta da maioria dos brasileiros. Não acredita? Segundo pesquisa de opinião popular do IBOPE, 81% dos brasileiros dizem que a quantidade de agrotóxicos aplicada nas lavouras é “alta” ou “muito alta”.

Ninguém quer veneno na comida, ninguém quer a água e o solo contaminados e sem vida por conta dessas substâncias tóxicas. Cientes disso, organizações da área da saúde, meio ambiente, produção agrícola sustentável e direitos sociais lançam uma petição online para mobilizar toda a sociedade pela aprovação da Política Nacional de Redução de Agrotóxicos (PNaRA).

Assine já a petição #ChegaDeAgrotóxicos

Conheça um pouco mais sobre a Política de Redução dos Agrotóxicos

A PNaRA, uma política apresentada pela sociedade civil, foi acolhida no fim do ano passado pela Câmara dos Deputados, onde se tornou o Projeto de Lei 6670/2016. E em fevereiro deste ano, uma Comissão Especial foi criada para analisar essa proposta de iniciativa popular que visa reduzir progressivamente o uso de agrotóxicos no Brasil.

Os caminhos para que a política se torne realidade foram abertos. Precisamos agora do seu apoio! Assine a petição, cobre e pressione os deputados e compartilhe com seus amigos e familiares nas redes sociais, na escola ou no trabalho. Vamos nos juntar pela redução dos agrotóxicos em nosso país!

A disputa não será fácil, mas com o seu apoio podemos ir mais longe...

Na contramão dessa iniciativa, tramita no Congresso o Projeto de Lei 6299/2002, texto de autoria do senador Blairo Maggi (PP/MT), atual ministro da Agricultura. A proposta de Maggi traz inúmeros retrocessos e coloca em risco de desmonte a atual legislação de agrotóxicos, facilitando ainda mais a liberação e uso dessas substâncias para um dos maiores consumidores de pesticidas do mundo, o Brasil.

Aprovada pelo Senado, a matéria já circula na Câmara dos Deputados. Neste caso há também uma Comissão Especial que se debruça sobre a proposta ruralista, e que sugere, entre diversas outras medidas, alterar o nome de “agrotóxicos” para “defensivos fitossanitários” e restringir a ação do Ministério do Meio Ambiente e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).

A PNaRA surge como um contraponto a essa perigosa iniciativa ruralista. Por isso precisamos da sua ajuda para dar visibilidade ao Projeto de Lei 6670/2016 e torná-lo realidade antes que seja tarde. 

Como surgiu a PNaRA?

A Política Nacional de Redução dos Agrotóxicos não surgiu do nada, ela foi baseada no  Programa Nacional de Redução de Agrotóxicos (Pronara), que contou com um amplo e intenso  trabalho de articulação entre sociedade civil e governo. No entanto, desde que finalizado, em 2014, o programa não chegou a ser oficialmente lançado e ficou parado no Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa), onde está engavetado até hoje. Considerando essa situação, uma série de entidades e movimentos da sociedade civil, como a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), a Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e pela Vida, a Articulação Nacional de Agroecologia (ANA), o Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) e o Greenpeace, se juntaram para consolidar a iniciativa e transformá-la na Política Nacional de Redução de Agrotóxicos, apresentada agora como projeto de lei.

Para Marina Lacôrte, da campanha de Agricultura e Alimentação do Greenpeace, a verdadeira soberania alimentar envolve cuidar dos recursos naturais para que seja possível continuar produzindo alimentos em quantidade e qualidade no longo prazo. “O modelo de produção precisa ser revisto urgentemente. A população sabe que isto custa sua saúde, a própria ONU admitiu recentemente que a necessidade dos agrotóxicos para o aumento da produção de alimentos é um mito”, diz Marina Lacôrte. “Alimento sem agrotóxicos é um direito e não pode ser privilégio de poucos. Já passou da hora dos parlamentares assumirem essa responsabilidade e irem de fato a favor dos seus eleitores e da população brasileira por um modelo mais justo”.

Link da matéria: http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/Reducao-de-agrotoxicos-pode-se-tornar-realidade/



Aplicativo mostra as feiras de orgânicos mais próximas

18 de Outubro de 2017, 10:47, por Rosana Kirsch - 0sem comentários ainda

Mapa interativo, que tem cadastradas feiras de todo o país, permite achar o ponto de venda mais perto do cliente

Quem quiser conhecer mais sobre os alimentos orgânicos tem agora a chance na palma da mão. O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumir (Idec) fez melhorias no aplicativo “Mapa de Feiras Orgânicas”, que existe desde 2012 e é voltando para que os consumidores possam ter acesso aos orgânicos por um preço mais acessível.

A novidade agora é que, além dos pontos de venda, o cliente encontra receitas e uma biblioteca com informações detalhadas sobre agroecologia e produção orgânica.

São quase 650 pontos de comercialização de orgânicos e agroecológicos cadastrados em todo o país. O aplicativo, cujo mapa também está disponível no site do Idec, oferece as melhores escolhas, encurtando o caminho entre o agricultor familiar e o consumidor, tornando mais barato na banca e mais lucrativo para o produtor.

Todos os pontos são identificados com a ajuda da geolocalização no site, que é colaborativo. É possível, ainda, traçar rotas para chegar ao local escolhido.

“Quando o Mapa foi criado, havia cerca de 100 feiras cadastradas no Brasil. Cinco anos depois, já são cerca de 500 feiras disponíveis, o que demonstra o crescente interesse da população por produtos orgânicos e a importância de aprimorar a ferramenta”, avalia Mariana Garcia, nutricionista e pesquisadora do Idec.

Mariana destaca que o Mapa de Feiras é uma forma de criar relações mais próximas e saudáveis entre os consumidores e agricultores e estimular a economia local. “Para que as informações se mantenham atualizadas e corretas, é importante que os usuários participem e enviem informações sobre novas feiras, mudança de local ou horário”, acrescenta.

Orgânicos, mas salgados

Segundo o Idec, um levantamento realizado em 2016 em diversos comércios do Brasil constatou que uma cesta de produtos orgânicos é, em média, 50% mais barata nas feiras do que nos supermercados. Em outra pesquisa mais antiga, realizada pelo Idec em 2012, a diferença verificada foi ainda maior: um mesmo produto custava até 430% mais no supermercado do que nas feiras especializadas. “O Mapa de Feiras Orgânicas surgiu dessa necessidade e é por isso que ele continua sendo importante: para mostrar que o consumo de orgânicos pode ser, sim, barato e de fácil acesso”, conclui a nutricionista.

Fonte/Créditos: Gazeta do Povo

Link para matéria: https://portalvidanocampo.com.br/aplicativo-mostra-feiras-de-organicos-mais-proximas/



Mais saúde e sabor: conheça 33 feiras orgânicas do Distrito Federal

18 de Outubro de 2017, 10:44, por Rosana Kirsch - 0sem comentários ainda

Os endereços vão de Planaltina a Taguatinga e podem oferecer uma alternativa mais barata e nutritiva para a alimentação

Por: LAURA QUARIGUAZY

A busca por uma alimentação mais saudável e ecologicamente correta cresce a cada dia. Brasília conta com mercados orgânicos, restaurantes focados em produtos sem agrotóxicos e outras iniciativas “naturebas”. Pioneira nesse setor, as feiras oferecem alimentos produzidos de forma natural e viraram queridinhas da gastronomia. O Metrópoles divulga 33 estabelecimentos do gênero espalhados pelo Distrito Federal.

O Idec criou uma nova versão de seu Mapa de Feiras Orgânicas. Segundo o levantamento, o DF oferece 33 feiras focadas em produtos sem agrotóxicos. A plataforma é colaborativa e montada a partir de sugestões do público. Estão assinalados os locais dos estabelecimentos, horários que funcionam e quais produtos são vendidos.

A nutricionista e pesquisadora do Idec, Mariana Garcia, completa. Para ela, o Mapa de Feiras é uma forma de estimular a economia local. “Com essa nova versão, buscamos aprimorar a experiência dos usuários. E para que as informações se mantenham atualizadas e corretas, é importante que ocorra a participação e a colaboração de todos”, conclui.

Lilian Miranda, nutricionista funcional do restaurante DuoO, revela que os valores dos orgânicos nas feiras são muito mais em conta:

O orgânico não tem preços baratos porque falta incentivo. Grandes produtores não vão fazer orgânicos. Quem se dedica a isso são os pequenos produtores, e eles precisam de mais respaldo do Estado para formalizar a produção. Mas a dica para o consumidor é procurar mais essas feiras, porque quanto mais a gente compra, mais o preço cai, os custos de produção caem também.” Para que muitas feiras, que só ocorrem um dia na semana, sejam realizadas com mais frequência, é necessário haver demanda."
Lilian Miranda, nutricionista

Benefícios
De acordo com Lilian Miranda, os alimentos trazem somente benefícios. “Os alimentos livres de agrotóxicos são bons por vários motivos. Eles são mais nutritivos para o corpo, porque são plantados em solos sem contaminação química, mais ricos e vivos. Além disso, é comprovado que esses vegetais têm mais antioxidantes. Para o corpo de quem consome, é uma maravilha”, argumenta.

Os ganhos com esses alimentos extrapolam a saúde imediata. O planeta também se dá bem. Sem a contaminação química dos agrotóxicos, o ar, a água, a terra e até os animais sofrem menos degradação.

Link da matéria: https://www.metropoles.com/gastronomia/mao-na-massa/confira-roteiro-com-as-33-feiras-organicas-do-distrito-federal



IDEC LANÇA NOVA VERSÃO DO MAPA DE FEIRAS ORGÂNICAS

18 de Outubro de 2017, 10:41, por Rosana Kirsch - 0sem comentários ainda

Sheila
O Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) lança a nova versão do Mapa de Feiras Orgânicas, durante o X Congresso Brasileiro de Agroecologia, em Brasília. A ferramenta foi criada em 2012 e tem como objetivo estimular a alimentação saudável e mostrar que produtos orgânicos e agroecológicos podem ser mais acessíveis aos consumidores.
 
Com as atualizações, o usuário pode realizar a sua busca por região, estado e município, e utilizar a opção de localização para ver onde estão as feiras perto de sua referência. Além disso, também é possível filtrar as iniciativas por tipo: Feiras Orgânicas ou Agroecológicas, Grupos de Consumo Responsável e Comércios Parceiros de Orgânicos.
 
Outra novidade é que o conteúdo também foi ampliado: agora, é possível encontrar uma seção de Receitas e uma Biblioteca, que reúne diversos conteúdos sobre agroecologia, produção orgânica e alimentação saudável.
 
Para a nutricionista e pesquisadora do Idec, Mariana Garcia, o Mapa de Feiras é uma forma de criar relações mais próximas e saudáveis entre os consumidores e agricultores, estimular a economia local e não prejudicar o meio ambiente.
 
“Com essa nova versão, buscamos aprimorar a experiência dos usuários. E para que as informações se mantenham atualizadas e corretas, é importante que ocorra a participação e a colaboração de todos que utilizam o Mapa de Feiras Orgânicas”, conclui Garcia.
 
 
Link matéria: http://www.sheillamartins.com.br/2017/09/idec-lanca-nova-versao-do-mapa-de.html



Site mapeia feiras orgânicas de todo o Brasil

18 de Outubro de 2017, 10:38, por Rosana Kirsch - 0sem comentários ainda

Além das feiras, ferramenta dá dicas de receitas e livros

Por: PAULO APOLINÁRIO

Já está disponível a nova versão do Mapa de Feiras Orgânicas, criado pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) e lançado durante o 10º Congresso Brasileiro de Agroecologia, em Brasília. A ferramenta foi criada em 2012 e tem como objetivo estimular a alimentação saudável e mostrar que produtos orgânicos e agroecológicos podem ser mais acessíveis aos consumidores. No mapeamento, há quatro feiras orgânicas de Ribeirão Preto.

Com as atualizações, o usuário pode realizar a sua busca por região, Estado e município, e utilizar a opção de localização para ver onde estão as feiras perto de sua referência. Além disso, também é possível filtrar as iniciativas por tipo: Feiras Orgânicas ou Agroecológicas, Grupos de Consumo Responsável e Comércios Parceiros de Orgânicos. 
 
Outra novidade é que o conteúdo também foi ampliado: agora, é possível encontrar uma seção de Receitas e uma Biblioteca, que reúne diversos conteúdos sobre agroecologia, produção orgânica e alimentação saudável.

Para a nutricionista e pesquisadora do Idec, Mariana Garcia, o Mapa de Feiras é uma forma de criar relações mais próximas e saudáveis entre os consumidores e agricultores, estimular a economia local e não prejudicar o meio ambiente.

“Com essa nova versão, buscamos aprimorar a experiência dos usuários. E para que as informações se mantenham atualizadas e corretas, é importante que ocorra a participação e a colaboração de todos que utilizam o Mapa de Feiras Orgânicas”, conclui Garcia.  

Revide

Foto: Pixabay/Print do site: Mapa de Feiras Orgânicas

Segundo o site, em Ribeirão Preto existem quatro feiras orgânicas, são elas:

Feira Orgânica Produtos Orgânicos em Ribeirão Preto
R. Domingos Adilson Canesin - City Ribeirão

Feira Agroecológica do Fiusa Center
Av. Wladimir Meirelles Ferreira - Jardim Botânico

Feira Livre de Ribeirão Preto - Av. Portugal
Av. Portugal - Vila Seixas

Feira Agroecológica do MST
Final do Pedra Branca, Complexo Ribeirão Verde, - Assentamento Mario Lago

Link para matéria: https://www.revide.com.br/noticias/gastronomia/site-mapeia-feiras-organicas-de-todo-o-brasil-09/