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Empreendimento de Economia Solidária

EITA Empreendimento de Economia Solidária

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Blog da EITA

25 de Novembro de 2013, 11:44 , por Alan Freihof Tygel - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.

Acesse o relatório financeiro da Eita - Cooperativa de Trabalho

5 de Maio de 2015, 18:51, por Rosana Kirsch - 0sem comentários ainda

No 7º Encontro Carnal da EITA, realizado em Imbassaí/ BA entre os dias 17 a 19 de novembro de 2014, encaminhamos a publicização do Relatório Financeiro da Cooperativa do período de 2012 a 2014.

Divulgar informações sobre o empreendimento é parte da construção da economia solidária. Apresentar o preço de produtos e serviços aberto, mostrar as entradas de recursos e sua destinação, estabelecer diálogos horizontais dentro e fora da cooperativa é o que temos buscado nestes 4 anos de existência da EITA.

Neste mês de maio, completamos mais um ano deste coletivo que desenvolve software livre para fortalecer a luta dos movimentos sociais populares e divulgamos nosso Relatório Financeiro para a sociedade.

Acesse nossa Prestação de Contas de 2012-2014 aqui.

 



Cinco maneiras de usar dados abertos que podem estimular a democracia ao redor do mundo

23 de Fevereiro de 2015, 7:34, por Rosana Kirsch - 0sem comentários ainda

Texto de Jonathan Gray: diretor de política e pesquisa no Open Knowledge e também é um pesquisador nas universidades de Londres e Amsterdam. Publicado no Jornal The Guardian: http://www.theguardian.com/public-leaders-network/2015/feb/20/open-data-day-fairer-taxes

Tradução livre: Tiago Eduardo Genehr.

Quer impostos mais justos, menos lobby corporativo e mais políticos transparentes? Aqui mostramos como os dados abertos podem ajudar.

No dia 21 de fevereiro, milhares de ativistas por transparência, desenvolvedores de softwares, designers, pesquisadores, funcionários públicos e grupos da sociedade civil estão se reunindo em mais de cem cidades ao redor do mundo para o V Dia Global dos Dados Abertos.

Em discursos políticos e relatórios recentes houve um foco significativo no potencial dos dados abertos para crescimento econômico e eficiência no setor público, mas dados abertos não são só para incubadoras de alta tecnologia e auditores em poltronas. Aqui estão cinco razões do porque os dados abertos são importantes para a justiça social e o controle social democrático.

1. Impostos mais justos

Governos em todo mundo tem um problema de impostos. Vastas somas de dinheiro que poderiam ser usadas para sustentar escolas, hospitais, entregar serviços públicos essenciais são perdidas para paraísos fiscais estrangeiros. Estimativas recentes sugerem que houve um aumento de 10 vezes no uso corporativo de paraísos fiscais nas últimas décadas. Vazamentos como os arquivos do HSBC Suíço e os acordos tributários de Luxemburgo, nos dão um retrato raro da ponta de uma massa glacial enorme e totalmente submersa.

Os últimos anos viram muitas iniciativas promissoras que usam dados abertos para ver redes corporativas complexas e destacar o uso extensivo de paraísos fiscais – incluindo projetos de uso de companhias laranjas anônimas para evitar impostos, as subsidiárias de grandes bancos em paraísos fiscais, as estruturas corporativas de negócios de petróleo e o uso de paraísos fiscais por grandes contratantes do setor público.

Mas, globalmente ainda sentimos falta a informação necessária para jornalistas e ativistas para apoiar os tomadores de decisão, responsabilizar aqueles que evadem divisas e evitam impostos e cuidar da raiz e do tronco do problema.

2. Protegendo a economia pública

Estruturas do setor público gastam uma soma estimada em 9,5 trilhões de dólares comprando bens e serviços todo ano. E, todo ano, vastas somas deste dinheiro são perdidas em fraudes, corrupção, sobrepreço e sub-entrega por contratados privados. Escândalos recentes variaram de investigações em contratos com gigantes terceirizadas como a G4S e Serco, até o fato da África perder ¼ do seu PIB para a corrupção.

Dados abertos sobre contratos públicos dão às organizações da sociedade civil e à jornalistas formas de responsabilizar os contratados e as estruturas públicas. Por exemplo, o projeto zNašichDaní da sociedade civil eslovaca retrata as companhias e as pessoas que fazem negócios com o estado. Pesquisadores da Universidade de Cambridge estão desenvolvendo algoritmos para sinalizar casos de potencial corrupção usando dados abertos.

3. Controlando lobistas corporativos

As corporações gastam bilhões todo ano tentando influenciar políticas governamentais em todo mundo. Ativistas têm usado dados abertos sobre lobby para mostrar a indústria da influência em Washington e Bruxelas, bem como tópicos específicos como o lobby sobre as leis de privacidade dos dados.

Entretanto, ao identificar a falha da lei de lobby do Reino Unido e as promessas quebradas da Europa de fazer um registro obrigatório dos lobistas, fica claro que muito mais trabalho é necessário para assegurar mesmo um nível básico de transparência sobre que está fazendo lobby em quem e para que ao redor do mundo.

4. Combatendo a poluição

Dados podem ser uma ferramenta indispensável em campanhas e relatórios para combater a poluição – seja derramamento de óleo nos EUA, poluição do ar em Beijing ou contaminação por metais pesados na Europa. O setor de energia do Greenpeace tem usado amplamente dados abertos em suas pesquisas e relatórios, por exemplo para ilustrar os impactos de proposta extração de gás natural no Reino Unido em parques nacionais e águas subterrâneas.

5. Responsabilizando os políticos

Alguns dos primeiros e mais amplamente citados exemplos de valores democráticos de dados abertos foram sites construídos por hackers engajados para rastrear os discursos e votos dos políticos. Sites como Eles trabalham para você e Congresso Aberto foram além dos registros parlamentares disponíveis previamente, habilitando anotações comentários, estatísticas e notificações customizadas por e-mail.

A década passada viu o crescimento de dúzias de sites de monitoramento parlamentar que continuam a crescer e evoluir. O projeto ParlTrack (Parlamento Rastreado) foi montado por ativistas para se opor aos acordos de comércio anti-falsificação e os seus dados foram amplamente usado por grupos ativistas na Europa. O projeto La Fabrique de la Loi (A Fábrica da Lei) do Regards Citoyens, Laboratório de Mídia de Po e Density Design nos dão uma visão sem precedentes de mais de 40mil emendas em 300 textos legais franceses.

Ferramentas deste tipo oferecem aos cidadãos e grupos da sociedade civil uma base rica de evidência e análise para os habilitar a responsabilizar seus representantes eleitos.

 



EITA na 16ª Feira Estadual de Economia Solidária

9 de Dezembro de 2014, 12:49, por Rosana Kirsch - 0sem comentários ainda

Na semana passada, de 01 a 06 de dezembro, aconteceu mais uma feira de economia popular solidária no Rio Grande do Sul.

Neste ano, a feira contou com a participação dos grupos de prestação de serviços que se revezaram em cada dia no estande da secretaria da feira. Ali, pudemos conversar com os empreendimentos e o público sobre a economia solidária, apresentando este segmento que presta diversos serviços. No caso da EITA, serviços de tecnologia da informação para movimentos sociais. Estiveram lá, também, a Vivámoara, da área de educação/ assessoria, a Coohabras, de habitação e a Coopsol, que trabalha com pesquisas e formação.

A EITA participou da feira no dia 01 de dezembro. Conversamos com muitos empreendimentos sobre a novidade de termos os grupos de prestação de serviços presente e apresentamos o Cirandas.net, aproveitando para divulgar o lançamento do aplicativo para o Facebook no dia 15 de dezembro.

Os empreendimentos Art'escama e AMES iniciaram o uso do site no Cirandas durante a Feira Estadual. Com o uso da internet pública do Largo Glênio Peres pudemos trabalhar com Terezinha e Elizabety nos sites dos grupos que fazem parte.

Para ver o resultado do dia de feira, acesse:

  • cirandas.net/artescama
  • cirandas.net/ames

No dia 02 de dezembro, pela manhã, foi a abertura oficial da 16ª Feira Estadual. Abaixo tem uma foto deste momento onde aparece a logo da EITA no estande da secretaria da feira, onde estivemos no dia anterior.



GPACE promove eventos em parceria com a cooperativa EITA

2 de Dezembro de 2014, 16:52, por Alan Freihof Tygel - 0sem comentários ainda

do GPACE

No mês de dezembro, o GPACE irá promover duas atividades em parceira com a cooperativa “Educação, Informação e Tecnologia para a Autogestão” (EITA). A EITA é uma cooperativa que pretende fortalecer as lutas de movimentos sociais do campo popular através da construção de tecnologias livres da informação e metodologias participativas para seu uso e apropriação.

Será realizada, para o público em geral, no dia 11 de dezembro, uma roda de conversa com os cooperados Alan Tygel e Rosana Kirsch. Ainda, durante os dias 11 e 12 de dezembro, para ativistas de organizações de movimentos sociais, será promovida uma oficina sobre usos das tecnologias de informação e comunicação no ativismo.

Maiores informações sobre os eventos:

Roda de Conversa:

Roda de conversa sobre tecnologia da informação e movimentos sociais.

Com:

Alan Tygel – PPGI/UFRJ e Cooperado da EITA
Rosana Kirsch – Cooperada da EITA

Objetivo: debater as possibilidades de desenvolvimento de software para movimentos sociais, relatar as experiências da Cooperativa EITA e trocar experiências sobre TICs, Software Livre e Movimentos Sociais.
Data: 11 de dezembro (quinta-feira).
Hora: 18h30min
Local: Pantheon – IFCH, Campus do Vale

Oficina:

Oficina sobre os usos das tecnologias de informação e comunicação para Organizações e Movimentos Sociais interessados.

Publico Alvo: militantes de organizações de movimentos sociais.

Inscrições: até o dia 8 de dezembro pelo e-mail gpace.sociologia@ufrgs.br (vagas limitadas).

Objetivo: apresentar as possibilidades de uso de tecnologias de informação e comunicação para movimentos sociais.
Datas e Horário: 11 de dezembro (quinta feira) das 13h30 às 17h – 12 de dezembro (sexta-feira) das 9h às 17h.
Local: Laboratório de Informática do IFCH – Campus do Vale, Sala 219 no Prédio 43322 do IFCH



Oficina no Sindicato desvenda bancos de dados para jornalistas

2 de Dezembro de 2014, 16:49, por Alan Freihof Tygel - 0sem comentários ainda
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A avalanche de dados disponíveis na rede é, ao mesmo tempo, desafio e oportunidade para os jornalistas nos tempos atuais. Começa hoje, às 19h, a oficina Dados Abertos para Jornalistas, pretende apresentar aos profissionais formas de traduzir bases de dados governamentais e da sociedade civil em informação de qualidade. Serão mostrados os processos de geração dos dados até sua publicação e as possibilidades de geração de informação qualificada a partir deles, e também dará ênfase à Lei de Acesso à Informação. Estarão aptos a participar os 15 primeiros que se inscreverem pelo e-mail informe-sjpmrj@jornalistas.org.br. A oficina, que termina amanhã, é gratuita e é preciso trazer um notebook.

A oficina será ministrada por Alan Tygel, mestre em Engenharia Elétrica, formado em Engenharia Eletrônica e de Computação da UFRJ, com mestrado pela Programa de Engenharia Elétrica da COPPE/UFRJ. Atualmente, Alan é doutorando do Programa de Pós-Graduação em Informática da UFRJ, pesquisando na área de metodologias participativas de desenvolvimento de software, tecnologias de informação para movimentos sociais, e uso e publicação de dados abertos ligados. Ele é pesquisador voluntário do Núcleo de Solidariedade Técnica – SOLTEC/UFRJ e participa da Cooperativa EITA – Educação, Informação e Tecnologia para Autogestão.